Quarta-feira, 17.11.10

Ejaculação Feminina

A ejaculação feminina existe mesmo, é um facto observado em laboratório e descrito desde a medicina grega da antiguidade. É caracterizada pela excreção de líquidos pelas glândulas de Skene e expulsão durante o orgasmo. Trata-se de um líquido claro, às vezes viscoso e geralmente inodoro. Este líquido não deve ser confundido com o líquido da lubrificação que permite uma penetração mais fácil, nem com urina, pois sua constituição é diferente desta. Todas as mulheres têm a capacidade para ejacular, mas nem todas ejaculam e mesmo às que costuma acontecer, pode não ocorrer em todas as relações sexuais. A estimulação do ponto G pode facilitar a ocorrência de ejaculação.
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Ejaculação Prematura (EP)

É de realçar a ideia de que muitos homens desejam, por vezes, prolongar o acto sexual mesmo que não sofram de EP. Por isso é importante referir que não existe um tempo normal até ejaculação, pois este varia muito de homem para homem e das mais diversas situações e parceiras, no caso da mesma pessoa. O que interessa é a percepção, tanto do homem como da pessoa com quem estabelece relações sexuais, de que a ejaculação foi mais rápida do que o esperado, de que não houve controlo da ejaculação. Sentimentos de culpa e ansiedade tornam-se uma constante. Dificuldades maiores podem vir em sequência, como a disfunção eréctil (impotência) e a perda de intimidade no casal. A EP apresenta três aspectos principais: • Um tempo reduzido entre a penetração e a ejaculação (ou ejaculação antes da penetração); • Sensação de falta de controlo sobre a ejaculação; • Infelicidade ou dificuldades causadas pela EP. Algumas razões levantadas como causas da EP: • Aumento anormal de sensibilidade da glande; • Ansiedade frente ao desempenho sexual; • Inexperiência sexual; • Primeira experiência sexual onde tenha sido estimulado um coito rápido; • Culpa ou sentimentos negativos face ao parceiro(a) sexual. O impacto da EP é emocional e físico. Depois da sua correcta avaliação pode ser necessário acompanhamento médico (para tratamento farmacológico) e/ou psicológico (psicoterapia).
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Disfunção do Desejo Sexual Feminino (DSH)

Chama-se Desejo Sexual Hipoativo (DSH) ao transtorno sexual caracterizado por uma diminuição ou ausência completa de fantasias eróticas e de desejo de ter actividade sexual. Há dificuldades no envolvimento com o parceiro, queixando-se este de falta de intimidade ou reciprocidade. Vários factores podem determinar o DSH: factores orgânicos (e.g. desequilíbrios hormonais, infecções na vagina ou nódulos, etc.); factores sociais e psicológicos (e.g. repressão e influências culturais negativas face à sexualidade, depressão, situações traumáticas de abuso sexual, entre outros). A melhora destes quadros, com tratamento apropriado (antibióticos, analgésicos, lubrificantes, tratamento cirúrgico e psicoterapia), pode restaurar o desejo sexual.
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Sábado, 25.09.10

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Quarta-feira, 09.06.10

Sexualidade e Infância

De acordo com Alfred Kinsey em seus estudos na década de 1950, as crianças são capazes de terem orgasmos a partir dos cinco meses de idade. Kinsey observou que por volta dos três anos de idade, as meninas masturbam-se com mais freqüência do que os meninos, mas estudos mais recentes feitos na Suécia indicam que a masturbação em crianças desta idade é incomum, e mais comum entre os meninos do que com as meninas. Kinsey também observou que a lubrificação da vagina, na estimulação sexual de meninas é semelhante ao de uma mulher adulta. Até que os rapazes comecem a produzir sémen (inicio da puberdade), só podem experimentar orgasmos seco (anejaculação). A capacidade de ejacular se desenvolve gradualmente com o tempo e tem sido relativamente constante entre as culturas e durante o último século. Alguns pesquisadores sugerem que a masturbação infantil pode ser considerada não sexual, se a criança ainda não aprendeu a associá-la com o sexo. Fonte: Wikipédia
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Quarta-feira, 05.05.10

Sexo Falado: Quem Somos?!

Esta é uma rubrica semanal, gravada, emitida todas as sextas-feiras às 11:30 horas e depois das 19 horas. Pretende abordar as mais diversas questões relacionadas com a sexualidade humana. É da responsabilidade dos psicólogos Alexandra Loureiro e Nuno Pires. Alexandra Loureiro é licenciada em Psicologia, com especialidade em Sexologia Clínica e Nuno Pires, também licenciado em Psicologia e com especialização em Psicologia Clínica e da Saúde.

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